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“A maconha é o ouro verde”, define o jornalista Arthur Veríssimo

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Arthur Veríssimo participa do Pânico; veja fotos

Arthur Veríssimo contou detalhes das viagens exóticas que já fez ao longo dos anos

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Arthur Veríssimo contou detalhes das viagens exóticas que já fez ao longo dos anos

Arthur Veríssimo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Arthur Veríssimo no Pânico

Arthur Veríssimo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Arthur Veríssimo no Pânico

Arthur Veríssimo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Arthur Veríssimo no Pânico

Arthur Veríssimo no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Arthur Veríssimo no Pânico

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Arthur Veríssimo no Pânico

Arthur Veríssimo contou detalhes das viagens exóticas que já fez ao longo dos anos
Arthur Veríssimo no Pânico
Arthur Veríssimo no Pânico
Arthur Veríssimo no Pânico
Arthur Veríssimo no Pânico
Arthur Veríssimo no Pânico

Com um passaporte invejável, Arthur Veríssimo já viajou muito e, em cada lugar, aprendeu algo sobre fé, espiritualidade e costumes culturais. Convidado do Pânico na Rádio desta quarta-feira (6), o jornalista comparou como a questão da maconha é tratada no Brasil em relação aos muitos locais pelo qual passou e cravou que o País precisa mudar a forma como encara a droga.

“A maconha tem três pilares que são negócios fortes. Para uso recreativo, industrial e medicinal”, definiu. “Em 2016, nos Estados Unidos, só a parte recreativa gerou 6 bilhões de dólares. É uma mega indústria que está causando uma série de novas visões políticas no contexto social e o Brasil não pode ficar para trás”, explicou.

Para o jornalista, assim como acontece em alguns estados americanos, está na hora do País rever suas leis sobre a maconha por conta de seu impacto econômico. “A maconha é o ouro verde”, cravou. “Silicon Valley e Google já estão de olho [nesse mercado] comprando propriedades para fazer plantações”, afirmou.

“Vimos a política americana de Bush contra as drogas e hoje a América é a Disneylândia dos maconheiros”, brincou ao indicar que todos os países encontram um caminho.

Passaporte carimbado e experiências de quase morte

Ao longo dos mais de 30 anos viajando o mundo para matérias jornalísticas, Veríssimo passou por inúmeros perrengues que ficaram marcados, como a vez em que comeu escorpião e ficou “todo embolorado”.

No Pânico, o jornalista lembrou de duas vezes em que teve certeza que iria morrer: na floresta amazônica (no Acre) e na Índia.

“No Acre estava fazendo um documentário para a Discovery e o diretor disse que eu ia tomar o veneno do sapo cururu. Era 4h30, tiraram a secreção [do sapo] e colocaram em mim. Primeiro veio uma onda boa, mas em 15 minutos me deu um tsunami de energia e comecei a me transformar, fiquei todo torto e pensei: ‘tô morrendo aqui’”, lembrou.

O outro momento que também impactou Arthur foi durante um conflito armado na região da Caxemira, na Índia. “Estava no centro da cidade. Escutei bombas pra todo lado e cai um míssil. Fiquei traumatizado. Vi cinco corpos totalmente dilacerados e foi realmente um ‘baque’ pra mim”, contou.


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